Diferente de seu antecessor, Medo Profundo: O Segundo Ataque foca em tubarões também, mas dessa vez os reis do oceano estão em cavernas à beira de uma cratera.

Com esse enunciado já dá para imaginar que o filme começou com diversos erros, com uma história que não faz muito sentido, e tem razão. Com isso não temos como não comparar com o primeiro filme da franquia.

No primeiro longa a tensão e o medo tomam conta do filme do início ao fim, mostrando duas irmãs que ficam presas em uma jaula cercada por tubarões a 47 metros da superfície em meio ao oceano. A luta pela sobrevivência de ambas é agonizante e muito bem feito. Já nesse segundo filme, quatro adolescentes se aventuram em uma cratera no Recife, capital de Pernambuco, no Nordeste brasileiro e por imprudência desbravam uma caverna cheia de tubarões brancos cegos e albinos.

Cena de ‘Medo Profundo: O Segundo Ataque’/Divulgação

A história tinha tudo para ser diferente, mas foi só mais do mesmo. Um roteiro bem fraco, com personagens irritantes e uma história que está mais para um suspense teen do que assustador.

Dirigido por Johannes Roberts, que tem em seu currículo filmes de terror como Os Estranhos e Do Outro Lado da Porta, esse longa não faz jus a sua carreira.

Mas nem de todos os males Medo Profundo: O Segundo Ataque se destaca, dá para levar bons sustos, pois esse é o forte de Roberts em seus filmes, e isso ele acertou em cheio pelo menos.

1.5

de 5

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