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Crítica | Parasita

De primeiro momento o nome Parasita remete a um filme de terror, visto ser uma obra do diretor sul-coreano Bong Joon-ho que tem, em sua trajetória, filmes de diferentes gêneros, como comédia, drama e até terror. Mas não se engane, Parasita pode até ter um teor de terror, mas é devido sua forte crítica social que aterroriza a vida de inúmeras pessoas ao redor do mundo.

A trama mostra a história de uma família trambiqueira, formada pelo pai (Song Kang-ho), pela mãe (Chang Hyae-jin), o filho (Choi Woo-sik) e a filha (Park So-dam), vivendo no subúrbio de Seul. Se aproveitam da ingenuidade da rica família Park, para conseguirem alguns benefícios, já que não conseguem sobreviver com a baixa renda e desigualdade social do país.


Cena do filme ‘Parasita’/Divulgação

Aos poucos a família se envolve com os Park trabalhando em sua casa, mas logo a verdade aparece. Tudo começa a desandar e a família precisa provar que eles merecem aquela vida tanto quanto os donos da mansão.

O nome Parasita é uma bela metáfora de Joon-ho aos espectadores, com a hierarquia social que todo país em desenvolvimento passa. Alguns plot twists inacreditáveis são quase imprevisíveis.

Parasita é um filme que se consagra como um dos melhores de 2019. Sem defeitos, com um roteiro impecável, sem pontas soltas, apresenta do sofrimento ao sucesso e depois a decadência da família, sem perder o tom cômico em meio ao drama familiar.

5.0

DE 5

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Daniel Orellana
Viciado em séries e música e fã de filmes de terror.